sábado, 30 de maio de 2020

Técnico do Atlético de Cajazeiras torce por retorno do futebol, mas só com segurança

Longe de Cajazeiras por causa da pandemia do novo coronavírus, o técnico do Atlético-PB, Ederson Araújo, participou da live do podcast Minutos Finais na última quinta-feira (28), e opinou sobre a volta do futebol no estado e a preparação dos jogadores neste período de quarentena.

O Campeonato Paraibano está paralisado desde o dia 19 de março, época em que tivemos os primeiros casos de coronavírus no estado. Nesses dois meses, a curva de infectados e mortes só subiu. Segundo dados do Governo do Estado, a Paraíba tinha cerca de 12 mil e 011 casos confirmados e 327 óbitos por Covid-19 até a última sexta-feira (29).

Mesmo assim, existe um movimento em todo o país para que as disputas dos estaduais sejam retomadas. Na Paraíba isso não é diferente. Entretanto, para Ederson Araújo, esse retorno só deve acontecer após o pico da doença, quando houver condições seguras para todos os envolvidos nos jogos.

— Estamos muito preocupados. Em Cajazeiras não tinha nenhum caso e agora está aumentando diariamente. Isso vai preocupando, a gente imaginava que iria voltar agora em junho, mas eu acredito que, pela quantidade de casos que vem aumentando na Paraíba, vai ser inviável voltar, porque eu acredito que deve estar no pico da doença. Queríamos voltar sim, mas não queríamos voltar sem nenhum tipo de segurança. Futebol envolve muita gente, envolve muitas pessoas. A gente quer ter a volta bem segura, como está sendo feita em outros estados. Sabemos que é muito difícil, essa doença não vai acabar tão cedo enquanto não acharem a vacina. Queremos que volte o mais rápido possível, mas também queremos que volte com segurança. Senão não compensa voltar para depois parar novamente — comentou o treinador.

Enquanto o futebol não volta, os jogadores estão treinando em suas respectivas casas, com acompanhamento da comissão técnica do Trovão.

— Na verdade, depois que os atletas foram para casa ficaram mais ou menos uma semana sem treinar. Logicamente tem aqueles que treinam particular. Depois disso, a comissão juntamente com o preparador físico e o fisioterapeuta vêm passando para eles diariamente uma parte do treinamento, onde eles têm que fazer esse treinamento por no mínimo um período. Logicamente não é a mesma coisa, eles só trabalham a parte física. A parte técnica, que é com bola, eles pouco usam. Então na hora que eles voltarem, se eles tiveram com a parte física nos 70%, em 15 a 20 dias nos consigamos voltar ao normal, voltar a parte tática também — explicou.

As atividades no time sertanejo seguem paralisadas, seguindo as recomendações da Secretaria da Saúde do Estado da Paraíba. Não existe nenhum indício de quando o futebol voltará na Paraíba, apesar de o desejo de alguns dirigentes e membros da Federação.

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Goleiro Genivaldo explica episódio de sua saída do Botafogo

Genivaldo Ribeiro defendeu as cores do Botafogo-PB entre 2010 e 2015, conquistando 4 títulos e defendendo a meta por 210 oportunidades. Durante quase toda sua passagem, conviveu com a idolatria por parte da torcida, que carinhosamente o chamava por “Genibanks”, alusão ao lendário goleiro inglês Gordon Banks, e de Paredão. Mas imagem esta que acabou sendo arranhada no seu último ato pela Maravilha do Contorno.

Um fato, especificamente, é bastante lembrado por aqueles que tecem críticas ao goleiro, sempre questionando o seu status de ídolo em decorrência de sua atitude num momento de tensão entre diretoria e jogadores. O fato ocorreu em 18 de setembro de 2015, quando o Belo estava com débito salarial de um mês com sua equipe, que decidiu não treinar naquela data enquanto dirigentes não comparecessem para prestar esclarecimentos.
Segundo o ex-dirigente Breno Morais, em entrevista em maio de 2018, o responsável por defender a meta botafoguense foi um dos cabeças do movimento, traindo a confiança que havia sido depositada nele após anos de ótima relação. Devido ao ocorrido, o goleiro e outros envolvidos no episódio não tiveram seus contratos renovados ou foram rescindidos ao final da temporada.

– Em 2015 houve uma greve de jogadores numa sexta-feira, aqui no Almeidão. Estávamos com um mês de salários atrasados e os caras fizeram uma greve. O senhor Genivaldo foi um dos que comandou a greve. Eu, particularmente, cheguei nele e falei “Genivaldo, você é um cara que sabe que vamos pagar. Estamos em uma situação difícil, mas você sabe que daqui não sai ninguém sem receber o dinheiro que nós propusemos em contrato.” Mas ele respondeu assim “isso daqui é um grupo e tenho que segui-lo.” Muito bem, esse é o caráter dele que muita gente não conhece. Então, quando o grupo todo foi demitido, ele foi junto – afirmou.

Durante a live do Voz da Torcida, na noite de terça (26), Genivaldo teve a chance de se defender das acusações de chefiar o movimento. Para o atleta, que hoje defende o Ferroviário-CE, foi jogada uma culpa em cima de si que não condizia com o que, segundo ele, teria acontecido.

– Nesse dia eu estava no lugar errado, na hora errada. Porque eu estava voltando de lesão, não sabia o que estava acontecendo. As coisas aconteceram de um forma que eu fiquei triste, eu não sabia do que tava acontecendo, se ia ter greve ou não. Eu tava no DM, para se ter ideia, não estava jogando. Quem não está jogando não pode nem opinar em nada, eu não podia falar. Se os caras queriam fazer, o que eu ia fazer? Brigar com todo mundo? Não podia – argumentou.

O atleta ainda argumentou que os dirigentes, por ele ser o mais experiente do grupo, queriam que ele intercedesse pela diretoria e conversasse com o grupo para contornar a situação, mas que era um problema que não tinha como ele resolver.

– Não tinha como eu pedir pra 25, 30, que de repente não queriam, e só eu correr ao redor do campo. Infelizmente, na época eu era um dos mais velhos e queriam que eu tomasse a frente. O que eu vou fazer? Estava voltando de lesão, não podia manifestar muita coisa. As coisas aconteceram de um forma que eu falei “quer saber”, eu também estava com salário atrasado na época, então o que eu tinha que fazer era que se todo mundo parar, eu também vou parar, se não parar, vou treinar – disse.

Esses acontecimentos abalaram de vez a sua relação com a diretoria do clube no momento, com Breno Morais revelando que ele nunca mais jogaria no Botafogo-PB enquanto este ainda fizesse parte do comando. Para o goleiro, tudo isso foi muito triste e não é a forma que a carreira dele foi gerida no futebol.

– Isso me magoou muito, porque eu sai daí de uma forma que não condiz com minha pessoa. Passei em tantos clubes e nunca tive problema. Infelizmente sobrou na minha conta um negócio que muitos, 20, queriam parar, dois, três, não, e eu não poderia forçar todo mundo a treinar – lamentou.

Voz da Torcida
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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Sem hinos, São Paulo Crystal pode pegar multa de R$ 5 mil, julgamento será nesta quinta-feira

O São Paulo Crystal de Cruz do Espírito Santo, zona da Mata da Paraíba, pode entrar para a história do futebol, como um clube punido por falta das execuções dos Hinos Nacional e da Paraíba. O mais agravante é que, o São Paulo pode pegar uma multa de R$ 5 mil, de acordo com a denuncia.

Na denuncia, feita pelo procurador da Segunda Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba, Luiz Nascimento Neto, denuncia o São Paulo devido ter sido informado que o clube não executou os Hinos Nacional e do Estado da Paraíba.

O julgamento acontece nesta quinta-feira, às 18h, na sede da Federação Paraibana de Futebol, referente ao jogo São Paulo Crystal Futebol Clube 1×0 Sport Club Lagoa Seca, realizado em 16 de fevereiro de 2020, pelo Campeonato Paraibano – Primeira Divisão. O São Paulo Crystal foi incurso no artigo 191, incisos I e III do CBJD.

O diretor executivo do São Paulo Crystal, Eduardo Araújo, ao ser procurado para falar do assunto, preferiu não cometar e resumiu que, o clube vai apresentar sua defesa e esperar o julgamento.

Veja:


Por Franco Ferreira/Só Esportes
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Treze defende pena mínima para Robson e Vinícius Barba que serão julgados nesta quinta-feira

A defesa do Treze já está pronta para tentar livrar os volantes Robson Luiz e Vinícius Barba de uma punição mais severa. Os dois estão na pauta de julgamento da Segunda Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba. A reunião acontece nesta quinta-feira, a partir das 18h, na sede da Federação Paraibana de Futebol, em João Pessoa.

O volante Robson Luiz foi expulso na primeira rodada do Campeonato Paraibano de 2020, quando o Treze venceu o CSP por 2 a 1, no estádio Amigão, em Campina Grande. O jogador cumpriu a suspensão automática contra o São Paulo Crystal, na rodada seguinte, com o vitória do Galo por 2 a 0, no estádio Almeidão, em João Pessoa.

A expulsão de Vinícius Barba aconteceu no clássico contra o Campinense, pela quinta rodada da competição estadual e o placar apontou 1 a 1, no estádio Amigão, em Campina Grande. Vinícius Barba cumprir a automática contra o CSP, jogo de volta pela sexta rodada do Estadual, no estádio Almeidão, em João Pessoa, quando o time da casa venceu por 2 a 0.

Por Franco Ferreira/Só Esportes
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terça-feira, 26 de maio de 2020

Botafogo define contratações de Enercino, Dico e Neilson durante reunião virtual

A diretoria do Botafogo da Paraíba marcou para esta quarta-feira, dia 27, uma reunião virtual, para definir renovação de contrato do meia Enercino, do atacante Dico e do lateral Neilson. A informação foi passada para o www.soesporte.com.br pelo presidente do clube, Sérgio Meira.

Os três jogadores encerram contrato com o Botafogo, no último dia deste mês. O contato definitivo com cada um dos atletas vai acontecer nesta quarta-feira, depois de uma reunião entre os dirigentes do clube. Segundo o presidente Sérgio Meira, a diretoria vai se reunir através do celulares, para avaliar a possibilidade de renovação ou não dos contratos.

“A diretoria por videoconferência, amanhã (quarta-feira) à tarde, para definir os contratos de Enercino, Neilson e Dico. Vamos conversar com cada um dele, para avaliar as possibilidades de renovar ou não”, disse Sérgio Meira. alegando que a grande preocupação é acertar dentro das possibilidades de continuar pagando os salários sem problemas.

Por Franco Ferreira/Só Esportes
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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Treze, Botafogo e Nacional serão julgados pelo TJDF-PB na próxima quinta-feira

O Treze tem dois jogadores na pauta de julgamento marcado para quinta-feira, dia 28, pela Segunda Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba. Estão, ainda, na pauta, os presidentes de Botafogo e Nacional de Patos.

De acordo com o edital do TJDF-PB, o Treze aparece em dois processos, com dois jogadores que serão julgados. O volante Robson Luiz que foi expulso na vitória do time alvinegro sobre o CSP, por 2 a 1, na primeira rodada do Campeonato Paraibano. Outro jogador do Galo que será julgado é o volante Vinícius Barba, que recebeu cartão vermelho no clássico contra o Campinense, também pelo estadual.

O Botafogo terá na pauta de julgamento o meia Rodrigo Andrade, que foi expulso na vitória do seu time contra o São Paulo Crystal por 2 a 0, primeira rodada do Paraibano. O presidente do clube alvinegro da Maravilha do Contorno, Sérgio Meira, também será julgado.

Outro dirigente que estará sendo julgado pelo TJDF-PB, na próxima quinta-feira, é o presidente do Nacional de Patos, Cleodon Bezerra. O meia Everton Henrique, do Sport Lagoa Seca, também será julgado, na próxima reunião da justiça esportiva da Paraíba.

Só Esporte
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Sousa vive situação difícil durante a paralisação do futebol e calcula cerca de R$ 550 mil de prejuízo

O presidente do Sousa, Aldeone Abrantes, deu declarações fortes sobre as condições vividas pelo clube durante essa paralisação do futebol brasileiro, em decorrência da pandemia do novo coronavírus. O dirigente calcula que, sem o repasse de recursos prometidos pelo Governo do Estado através dos programas de incentivo ao esporte - que ele alega estarem atrasados desde o ano passado - e sem a renda dos dois jogos que o time ainda tinha por fazer em casa no Campeonato Paraibano, pelo menos R$ 550 mil deixaram de entrar nos cofres do clube. E, na ausência dessas verbas, para ele, fica inviável para a agremiação retomar as atividades quando as competições forem restabelecidas.

- A situação é a seguinte: se não forem repassados os recursos do antigo Gol de Placa e do novo programa de incentivo ao esporte, o Sousa não tem condição de retomar as atividades. Não adianta chegar e dizer que vão recomeçar os jogos e não oferecer os recursos necessários para isso. É o caso do Sousa e também acho que seja o caso de muitos outros clubes da Paraíba. Sem esses recursos, é muito difícil voltar a fazer futebol neste ano - disse o dirigente sertanejo em contato com a reportagem

Aldeone informou ainda que o Sousa tem a receber, apenas dos programas do Governo do Estado, cerca de R$ 400 mil. O presidente também lamentou que a interrupção do Campeonato Paraibano tenha custado cerca de R$ 150 mil ao clube, dinheiro que Aldeone calcula que arrecadaria com as rendas das duas últimas partidas do Dinossauro na primeira fase do estadual, contra Botafogo-PB e Atlético de Cajazeiras, ambas no Estádio Marizão.

- Essa situação das rendas é outra coisa que afeta demais nossos cofres. Só com esses dois jogos, contra o Botafogo-PB e todas as estrelas do seu elenco, e o clássico contra o Atlético de Cajazeiras, a gente tiraria, por baixo, R$ 150 mil. Esse dinheiro também não vai mais entrar no clube, isso é lamentável - acrescentou.

Antes da interrupção das competições por conta da pandemia do novo coronavírus, o Sousa ocupava a segunda colocação do Grupo B do Campeonato Paraibano, com 13 pontos conquistados e atrás do Campinense apenas nos critérios de desempate.

GE
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